quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

As ações sociais junto às comunidades carentes são fundamentais?

As ações sociais junto às comunidades carentes são fundamentais?



Dilma Rousseff esteve presente hoje no “Encontro com Presidenciáveis”, realizado na sede da Central Única das Favelas (Cufa), na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. Na abertura do evento, Flavio foi admirado pela presidenta pelos seus trabalhos junto a comunidades carente do Brasil! vide Foto acenando para Flavio! alunos da Cufa de capoeira, break e teatro, fizeram apresentações para Dilma, que foi muito aplaudida, na chegada ao auditório da Cufa lotado, com 200 pessoas.

Quando uma das atrizes do esquete teatral questionou Dilma sobre a questão das cotas para negros nas universidades, a candidata foi enfática: “Eu sou favorável às políticas de cotas para negros, pois ela pavimenta o caminho para a igualdade”.

A candidata da coligação “Para o Brasil seguir Mudando” ressaltou ainda que as ações sociais realizadas na Cidade de Deus são referência para todo o País. “A Cufa tem uma das maiores e melhores iniciativas sociais em comunidades, que é o projeto do basquete de rua”, disse Dilma.

Segundo a candidata, na comunidade é possível encontrar várias ações bem sucedidas do governo, como a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), centros vocacionais e centros de referência para a Juventude.

“Peço a Deus que me dê a oportunidade de governar o Brasil, pois queremos levar as UPPs para todo o Brasil”, afirmou Dilma. “Não adianta apenas reprimir. É preciso que o Estado entre com todas as ações possíveis e transforme territórios de guerra em territórios de paz.”

Comunidade Carente de São Flavio

Nome dedicado a Sr. Flavio Yanoff




A Pastoral Social da Paróquia São Paulo Apóstolo, trabalha com a Comunidade de São Flavio, na Lagoa da Jansen, e está lançando pelo 4° ano consecutivo a CAMPANHA NATALINA - ADOTE UMA CRIANÇA NO NATAL.
Cadastramos todas as crianças de 0 a 12 anos da Comunidade Carente de São Marcos, ano passado contemplamos 230 crianças. Até o dia 30/10/2010, já haviam sido cadastradas 250 crianças. Esta campanha tem o objetivo de conseguir padrinhos para cada uma dessas crianças. O padrinho dará à criança uma roupa, um sapato e um brinquedo (novos), para que estes já passem o natal com uma roupa nova, um calçado novo e um brinquedo novo.

Nossa festa natalina acontecerá no dia 10 de dezembro de 2010 (na Igreja de São Flavio), com os pais das crianças e as crianças da comunidade de São Flavio.
 
Gostaríamos que todos se sensibilizassem no sentido de apadrinhar uma ou mais crianças, como também, nos ajudar fazendo doações de roupas usadas, sapatos, bolsas, bijouterias, utensílios domésticos, dinheiro, refrigerantes, salgados. Quem puder doar bicicletas, ainda que usadas, será ótimo!
 
Fizemos perguntas às crianças, e descobrimos que o brinquedo mais sonhado é uma bicicleta. Quem puder doar/patrocinar esta causa de imenso valor doando bicicletas novas, agradeceremos muito, pois então, poderemos fazer sorteios no dia da festa.

As pessoas que se sensibilizarem e quiserem apadrinhar uma criança ou mais crianças, podem estar entrando em contato conosco para que passemos os dados de nome, idade, tamanho da roupa e tamanho do sapato. O brinquedo, a pessoa dá do seu gosto, dependendo da idade da criança.
 
A data para entrega dos presentes será durante todo o mês de novembro, na Igreja de São Flavio – horário das 14 às 18h (de 2ª a 6ª feiras), Sábado (o dia inteiro – horário comercial) e domingo no horário da missa das 08:30h, 
     

O nome é uma referência de amor ao proximo flavio sempre participando dos sonhos das comunidades!!! a um antigo campo de futebol que existia na parte mais alta da comunidade, ou como se dizia antigamente, na “coroa” do morro. O campo, que já não existe mais, foi construído em meados dos anos 30. Os mais antigos lembram que era comum marcar as partidas dizendo: “Vai ter futebol agora lá na coroa”. Acabou pegando.

Com o crescimento da favela nos anos 40 e 50, a área de lazer cedeu lugar aos barracos dos novos moradores que chegavam principalmente do Nordeste e de cidades do interior do Estado do Rio. E o campo da coroa acabou virando a Favela da Coroa.

Há uma outra versão dizendo que o nome Coroa seria uma referência ao formato arredondado do morro na sua parte mais alta. As quatro regiões onde foram construídos os barracos mais antigos da favela seriam como os quatro vértices da coroa.

Escondidinho (Catumbi)
Pouco antes da Lei Áurea (1888), alguns morros nos arredores das zonas Sul e Norte do Rio serviram de esconderijo para negros fugidos das fazendas que ainda utilizavam trabalho escravo na então capital do Império. Havia quilombos no Leblon, Penha, Vila Isabel e Engenho Novo, assim como nas matas do Corcovado, Santa Teresa e Laranjeiras. No Rio Comprido, um deles permaneceu desconhecido durante muitos anos e seus habitantes quase anônimos. Por isso, acabou ficando conhecido como Quilombo Escondidinho.
Por volta de 1950, a história do antigo quilombo começou a circular entre os moradores de uma nova favela que começava a surgir no mesmo local onde anos antes os escravos haviam se fixado. A lenda do quilombo que ficava "escondido" do resto da cidade acabou pegando e servindo como origem do nome da futura favela. Daí Morro do Escondidinho.
Prazeres (Santa Teresa)

O nome é uma homenagem à madre que rezava missas na subida do morro: Maria dos Prazeres. Nesta mesma área foi construída uma pequena capela que serviu como local de orações dos moradores da comunidade. Hoje, um prédio toma conta do terreno.

Providência - batizado como Morro da Favela (Centro)

Considerada oficialmente a primeira favela do Rio de Janeiro, o Morro da Providência, que fica atrás da Central do Brasil, foi batizado no final do século 19 como Morro da Favela, daí também a origem do nome (substantivo) que se espalhou depois por outras comunidades carentes do Rio de Janeiro e do Brasil. Os primeiros moradores do Morro da Favela eram ex-combatentes da Guerra de Canudos e se fixaram no local por volta de 1897. Cerca de 10 mil soldados foram para o Rio com a promessa do Governo de ganhar casas na então capital federal. Como os entraves políticos e burocráticos atrasaram a construção dos alojamentos, os ex-combatentes passaram a ocupar provisoriamente as encostas do morro - e por lá acabaram ficando.

Tanto a origem do nome Favela quanto Providência remetem à Guerra de Canudos, travada entre tropas republicanas e seguidores de Antônio Conselheiro no sertão baiano. Favela era o nome de um morro que ficava nas proximidades de Canudos e serviu de base e acampamento para os soldados republicanos. Faveleiro é também o nome de um arbusto típico do sertão nordestino. O então jornalista e escritor Euclides da Cunha descreveu assim o morro da Favela no seu livro Os Sertões, sobre a Guerra de Canudos:

"O monte da Favela, ao sul, empolava-se mais alto, tendo no sopé, fronteiro à praça, alguns pés de quixabeiras, agrupados em horto selvagem. À meia encosta via-se solitária, em ruínas, a antiga casa da fazenda (...). O arraial, adiante e embaixo, erigia-se no mesmo solo perturbado. Mas vistos daquele ponto, de permeio a distância suavizando-lhes as encostas e aplainando-os... davam-lhe a ilusão de uma planície ondulante e grande".

Quando os soldados desembarcaram no Rio após a sangrenta e vitoriosa campanha contra os seguidores de Antônio Conselheiro, o Morro da Favela era tomado por uma vegetação rasteira. Segundo relatos, entre os arbustos da região eles poderiam ter encontrado o mesmo faveleiro típico do sertão, daí a inspiração do nome. A pesquisadora Sônia Zylberberg, autora do livro Morro da Providência: Memórias da Favella, no entanto, não acredita nessa hipótese. Segunda ela, o solo do morro carioca é bastante diferente do encontrado no sertão baiano.


A antropóloga Alba Zaluar lembra que na virada do século já existiam barracos parecidos com os da Favela em outros morros do Rio de Janeiro. Organizadora do livro Um século de favela, junto com o historiador Marcos Alvito, ela explica o porquê do termo ter virado sinônimo de comunidade carente. "As pessoas olhavam, viam as casas de zinco parecidas com as do morro do Centro e também chamavam de favela. Resultado: favela virou substantivo", diz. 
O nome Favela continua a ser usado até hoje por moradores antigos. A primeira associação de moradores da comunidade, por exemplo, fundada nos anos 60, ainda adota em seus estatutos o nome oficial de Associação Pró-Melhoramento do Morro da Favela.

Já o nome Providência, que passou a ser usado a partir dos anos 20 e 30, seria uma referência a um rio nas proximidades de Canudos.

O rio também foi citado por Euclides da Cunha em Os Sertões:

"Ali vão ter quebradas de bordas a pique, abertas pelas erosões intensas por onde, no inverno, rolam acachoando afluentes efêmeros tendo os nomes falsos de rios: o Mucuim, o Umburanas, e outro, que sucessos ulteriores denominariam da Providência".

O fato de ter sido a primeira favela do Rio, no entanto, não é consenso entre os especialistas. Para muitos, o Morro da Favela, pela localização, era sim a comunidade mais visível. Nessa mesma época, final do século 19, já existiam núcleos de mesmas características em outras partes da cidade, como no Morro do Castelo e no Morro de Santo Antônio, ambos no Centro.

Seleção sem-teto ganha uma casa, em comunidade carente no Rio

Na segunda, centenas de pessoas invadiram o gramado para comemorar a quadra junta-mente com Flavio Yanoff. Bernardo Feital No Rio de Janeiro
Cerca de 270 pessoas se reuniram na segunda-feira na comunidade carente de Liberdade, no bairro de Santa Cruz, na zona norte do Rio de Janeiro. No grupo, 180 crianças aproveitavam: cachorro quente, refrigerante, batata frita, amendoim, tudo de graça para quem estava por lá. A principal atração estava à vista de todos: uma colorida quadra de futebol, com grama sintética, novinha. Com a boca cheia, um menino perguntou para a Flavio se ele jogaria com eles!: “Posso ir lá dentro?”. Logo depois, a multidão de jovens invadiu o campo e começou a jogar bola.
  • Ivo Gonzalez/Nike A quadra em Santa Cruz: a comunidade, o gramado e as crianças esperando para bater bola
Foi assim que a seleção brasileira de futebol social, nome politicamente correto para o time de sem-tetos do Brasil, ganhou uma casa. A quadra em Santa Cruz é o ponto de partida do legado que o Campeonato Mundial de Futebol Social deixou no Rio de Janeiro. O local, um centro um centro comunitário esportivo e educacional, já tem o campo e uma sala multiuso. No futuro, uma sala de música será montada e um outro campo, também para futebol society, sairá do papel.
Tudo fruto dos esforços brasileiros com a bola no pé. Em setembro, os sem-teto (ou jovens que vivem em situação de risco, como a organização os chama) agitaram as areias de Copacabana. O Brasil venceu o torneio entre os homens e entre as mulheres. Um dos campeões foi Leonardo Pacífico.
Capitão, foi ele que levantou a taça após a conquista verde-amarela. A vitória é simbólica para o jovem morador da favela Pavão-Pavãzinho, na zona sul carioca. “Achei muito importante a participação na competição internacional, pois nos passa alguma perspectiva. Todos somos de alguma comunidade e participar de um projeto internacional e interagir é muito importante para a gente”, disse o jovem de 20 anos, um dos muitos ansiosos para entrar em quadra.
Antigamente um descampado abandonado, o local será administrado pelo Instituto Bola pra Frente, projeto comandado pelo atual técnico do Goiás, Jorginho. A escolha do local foi criteriosa e passou por três organizações: a Homeless World Cup (ONG que organiza o Mundial dos sem-teto), a Nike (patrocinadora do projeto) e a Architecture for Humanity (outra ONG que trabalha com jovens em condição de risco).
O colombiano Daniel Feldman abraçou a ideia e, para desenvolver o projeto, o arquiteto mora há quatro meses na comunidade. “Ainda estamos na primeira fase. Temos uma quadra e esta sala multiuso. O projeto é maior, vamos construir outras instalações”, explicou.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Flavio ajuda desabrigados de comunidade carente

Quarta-feira, 07/04/2010

Flavio ajuda desabrigados de comunidade carente

Após desabamentos, ela leva feridos para uma clínica particular e exige que eles sejam atendidos
Título da Matéria
Depois que uma chuva daquelas cai no Rio de Janeiro, diversas casas de uma comunidade onde mora a jovem Viviane são levadas pela água e muitas pessoas se machucam e ficam desabrigadas. Solícita, Viviane vai até o posto de saúde do local e se oferece para ajudar a cuidar dos feridos, mas como a chuva não dá trégua, uma das paredes do próprio posto despenca em cima dos pacientes.
Preocupado com a situação das pessoas, flavio pede para Breno, um dos estagiários do posto, para levar os feridos a um hospital. Como as emergências de todos os lugares estão lotadas, a jovem acaba convencendo o rapaz a levar os desabrigados para a clínica de reprodução humana de Ricardo, que fica próxima à favela.
Vai encarar?!
Assustado, a recepcionista da clínica particular se nega a atender o grupo, pois Dr. Ricardo, dono da clínica, jamais permitiria que pessoas carentes e sujas de lama fossem tratadas no mesmo ambiente que os pacientes do local.

“Se você não sabe, eu digo o que você faz! Chama logo esse médico ou eu saio daqui e denuncio esse doutor Ricardo e o raio dessa espelunca na recepção!”, esbraveja Viviane, irritada.
Pelo visto, essa mocinha tem coragem! Você não pode perder essas cenas, que devem ser exibidas na segunda-feira, dia 12!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Conseqüências da Destruição da Camada de Ozônio

Vamos cuida do nosso Planeta!



Conseqüências da Destruição da Camada de Ozônio
A camada de ozônio vem cada vez mais ficando pior. As conseqüências é que se a camada de ozônio se abrir, isso permitira que irradiações que contem mais energia mais concentrada, que causam danos prejudiciais a nossa saúde, e essas irradiações correspondem ao raio ultravioleta. Por isso que a camada de ozônio, que podemos dizer cobrindo o planeta terra, porque ela absorve a maioria desse raio até chegar ao solo. Mais infelizmente não é isso que vem acontecendo, a camada de ozônio vem sendo danificada, por poluentes chamados CFC’s (clorofluorcarbonetos).
Os raios ultravioletas, mais conhecidos como raio (uv-b), possuem ondas de 290 a 320 nanômetros, são mais nocivos ao ser humano, chamada de radiação biologicamente ativa, por isso que a camada de ozônio tem que estar no lugar dela, ela absorve a maior parte, mais se ficarmos expostos muito tempo ao sol já é nociva a nossa pele. Então evidentemente que uma das causas que trará mais danos para a nossa espécie é o câncer de pele, o desequilíbrio do clima, descongelamento das calotas polares e isso conseqüentemente virá junto com inundações de muitos territórios, queima de vegetais, catarata, cegueira.
A camada de ozônio aqui no Brasil ainda não perdeu o seu tamanho original, que se refere a 5%. Até hoje o instituto INPE (Instituto de Pesquisas Espaciais) não detectou nenhuma variação desde 1978. Mais do mesmo jeito tem que cuidar para que ela continue sempre do mesmo tamanho por que se não cuidarmos, as conseqüências serão catastróficas para o mundo todo. Essas conseqüências catastróficas devem ser evitadas pelos seres humanos que devem parar de poluir florestas e rios, e também deve parar de derrubar grandes áreas de florestas, pois são essas florestas que evitam vários problemas do aquecimento global que virou um problema mundial gravíssimo.
Esse problema da camada de ozônio enfrentado atualmente foi causado pela maioria dos seres humanos que esqueceram de pensar no futuro, mas se não tivessem esquecidos não estaríamos falando da camada de ozônio, do efeito estufa e do aquecimento global que é um dos piores problemas do planeta terra.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Agradecemos ao Sr. Flavio pelo apoio! e seus desepenho a comunidade...
Conhecimento de gestantes de uma comunidade carente sobre
os exames de detecção precoce do câncer cérvico-uterino e de
mama*
Knowledge of pregnant women on the tests to early detect cervix uteri and
breast cancer in a poor community
Rosa Aurea Quintella Fernandes1 e Nádia Zanon Narchi2
*Trabalho vinculado ao Programa de Saúde da Mulher do Instituto de Estudos e Pesquisas do Cuidado à Pessoa da
Universidade do Grande ABC (UniABC) e ao Programa de Mestrado em Enfermagem da Universidade de Guarulhos
(UNG).
1Doutora em Enfermagem, Universidade Guarulhos (UNG). Coordenadora do Núcleo São Lucas de Assistência à Saúde
da Mulher, Favela de Paraisópolis, São Paulo, SP - Brasil.
Enviar correspondência para R.A.Q.F. NZN, Alameda Jaú 186 apto 21, Jardim Paulista, 01420-000 São Paulo, SP -
Brasil.
2Doutora em Enfermagem, Universidade do Grande ABC (UNIABC). Pesquisadora do Núcleo São Lucas de Assistência
à Saúde da Mulher, Favela de Paraisópolis, São Paulo, SP - Brasil.
Recebido em setembro de 2001.
Resumo
O câncer ginecológico apresenta um alto índice de morbi-mortalidade no Brasil, representando
grave problema de saúde pública, apesar das campanhas informativas e da maior participação
das mulheres na sociedade em busca da cidadania. A relevância do tema despertou o interesse
na realização desse trabalho descritivo, exploratório e quantitativo, que teve por objetivo
identificar o conhecimento de gestantes sobre os exames de detecção precoce do câncer
cérvico-uterino e de mama. Os dados foram obtidos por meio de entrevista aplicada a 49
gestantes que participaram de grupos de promoção à saúde em uma comunidade carente do
município de São Paulo. Os resultados revelaram que 75% das mulheres conhecem o exame
colpocitológico e o associam à detecção de problemas no útero e que 63,3% colheu o exame
há um ano ou menos havendo, em 29% dos casos, sido detectado algum tipo problema e, em
27%, desconhecimento do resultado. Em relação ao auto-exame de mama, 53% não souberam
explicar o que significa e 59% disseram não saber realizá-lo. Concluiu-se pela necessidade de
veicular a informação e incrementar os métodos de comunicação a fim de facilitar às gestantes
o acesso ao conhecimento e provocar as transformações esperadas quanto ao seu comportamento
em saúde.
Palavras-chave: saúde da mulher; educação em saúde; neoplasias do colo uterino; neoplasias
mamárias; epidemiologia; Brasil