sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Flavio em A vida nas comunidades carentes não é nada fácil Rio de Janeiro

A vida nas comunidades carentes não é nada fácil


Hoje venho falar um pouco sobre a vida nas comunidades carentes do Rio de Janeiro, não tenho muita experiência de vivência nessas áreas, mas conheço pessoas que moram em áreas carentes e às vezes freqüento uma delas com um amigo meu. Também irei falar como é a vida das Travestis e Trans  nessas comunidades carentes, uma coisa que não é nada fácil para elas que tem que viver nessas condições muitas vezes subumanas para algumas.
O Rio de Janeiro é conhecido por ser a cidade maravilhosa, pelo Cristo Redentor que é uma das 7 maravilhas do mundo, praias, samba, carnaval, mulheres, etc. Mas para quem vive no Rio de Janeiro e principalmente nas comunidades carentes a realidade é outra, muitas pessoas que não tem condições de ter uma casa no asfalto (Digo asfalto quando se mora em um bairro e não nas comunidades carentes) essas pessoas montam seus barracos, sua laje ou sua casinha nos morros.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

ajuda Humana para todos!

CARO AMIGOS: E LEITORES!!!



VENHO POR MEIO DESTA  PEDIR-LHE AJUDA QUANTO A CRIAÇÃO DA NOSSA ASSOCIAÇÃO DE  MORADORES . PRECISAMOS   MUITO DE  SUA  AJUDA  OS MATERIAIS DE  CONSTRUÇÃO
PARA NOS  QUE SOMOS CARENTES E MUITO CARO MAIS SABEMOS QUE  UM  CONTATO  DE
VOCES  COM UMA  LOJA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO  E   MAIS  FACIO  PEDIMOS   POUCO
MATERIAL SÓ O NECESSÁRIO PARA CONSTRUIRMOS  UMA SALA COM  UM BANHEIRO E  DE
TELHAS DE AMIANTO . A TERRA DE ENBOUÇO NOS TIRAREMOS DO TERRENO  E  A MÃO DE
OBRA  JÁ REUNIMOS COM OS MORADORES PARA EXECUTARMOS A  OBRA DA ASSOCIAÇÃO.
Caro  amigo  precisamos  deste   espaço  urgentemente  pois a  prefeitura quer colocar um projeto de gari comunitário em nossa comunidade mais temos que Ter  a  cede  da  associação  de  moradores.  amigo  estamos  perdendo  vários projetos por falta deste espaço.caros amigos estamos pedindo ajuda a todos em Pro dois  mais  carentes precisamos de  sua  ajuda com qualquer tipo de  ajuda menos financeiro precisamos e de material de construção relacionados a baixo Aquém se propor em nos ajudar por favor entrar em contatos pelos  EMAILS.
Ou tels: acima por favor . agradeço-lhe antecipadamente pela a sua ajuda                                         MATERIAL  PARA  A ASSOCIAÇÃO

04 --------- -- ---METROS   DE     ÁREIA
03 --------- -- ---METROS   DE     PEDRA
20 -----------  ---SACOS      DE     CIMENTO
2.000 MIL ----- TIJOLOS  DE     20  X  20
10 ------------ ----VARAS  DE  FERROS 1 / 4
05 ------------- -- VARAS  DE  FERROS 3/16
03  ------------- --VAZOS  SANITÁRIOS
03 --------------- -LAVATÓRIOS
01 ---------------  -PIA DE  COZINHA
02 --------------- JANELAS  150 X 150 DE FERRO
01 ----------------  PORTA  DE FERRO

 ASSOCIAÇÃO PARQUE DA ESPERANÇA

sábado, 16 de maio de 2009

ONG promove projeto de sustentabilidade em comunidades carentes do Rio de Janeiro


MAIS UM SONHO REALIZADO DE FLAVIO!!!




O CDI - Comitê para Democratização da Informática, em parceria com as comunidades do Chapéu Mangueira e Babilônia, no Leme, Zona Sul do Rio de Janeiro, acaba de lançar um projeto de sustentabilidade pós-implementação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) naquela região. O objetivo é desenvolver uma ação mobilizadora, capaz de promover a articulação entre diferentes setores da economia: poder público, sociedade civil e iniciativa privada. Os protagonistas são os líderes e moradores das comunidades, que vem debatendo iniciativas e atividades que levem à construção de um ambiente futuro idealizado pelo grupo. O evento de lançamento público do projeto ocorreu na quadra esportiva da Ladeira Ary Barroso, no Leme. A ação tem apoio da Light e da AkzoNobel e conta com participação do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

Segundo o diretor executivo e fundador do CDI, Rodrigo Baggio, a UPP é na verdade a ocupação física de uma área pelo estado, a fim de reproduzir a situação anterior de não violência. Entretanto, a UPP representa apenas o primeiro passo e não a solução de todos os problemas das comunidades. ”E isso está claro, pois cada vez nos perguntamos, e agora? Como ficam questões como geração de renda, educação, saúde, melhorias estruturais nas comunidades, lazer, etc? O que vai acontecer com estas comunidades quando e se a UPP sair?”, observa, acrescentando que a ideia é levar o projeto às demais comunidades que foram beneficiadas com as UPPs.

Como uma ONG que atua há 15 anos utilizando as tecnologias da informação e da comunicação para a exercício da cidadania, Baggio destaca que o resultado desse trabalho só será possível através da articulação e do esforço conjunto entre as comunidades e o 1º, 2º e 3º setores da economia, promovendo a ocupação positiva do território, marcando presença e empreendendo ações para se chegar à realidade ideal. O projeto é desenvolvido a partir da metodologia dos cinco passos do CDI, baseada na filosofia de empoderamento do educador Paulo Freire. “Tudo isso, levando-se em consideração o que o carioca deseja para o Rio nas Olimpíadas de 2016, uma cidade cidadã e sustentável”, explica Baggio. Os cinco passos são: ver o mundo, pesquisar os dados, planejar a ação, mobilizar para agir utilizando a tecnologia e avaliar o caminho percorrido.

Com apoio do CDI como agente catalisador, os líderes comunitários dos Morros da Babilônia e Chapéu Mangueira se reuniram para definir uma visão que represente os anseios desse grupo e o ideal para sua comunidade. Em seguida, essa visão foi compartilhada e refinada junto aos diversos segmentos dessas comunidades. “A visão que resultou deste processo foi o sonho de criação do Alto Leme, ou seja, ter as duas comunidades unidas e funcionando como uma extensão do bairro do Leme e integrado com o asfalto”, explica o fundador do CDI.

Para Valdinei Medina, presidente da Associação dos Amigos do Chapéu Mangueira, o projeto é uma oportunidade única para as comunidades. “Acreditamos que a qualidade de vida vai melhorar 100% e que podemos ser modelo para as demais comunidades. A ideia é levar o trabalho para outras localidades que têm UPP, de forma que possamos mais fortemente transformar nossos anseios em realidade”, disse.

Carlos Antônio Pereira, diretor- executivo da Associação de Moradores da Babilônia, acredita que, na medida em que as informações circulem nas comunidades de forma ampla e positiva, será mais fácil acabar com a segregação morro/asfalto. “Esse trabalho visa democratizar o espaço e unir os moradores em um projeto único de integração social”, afirma.

As ações propostas pelo grupo devem ser tangíveis, de fácil entendimento e com prazo determinado para implantação. No evento do dia 25, as comunidades elegerão as ações consideradas prioritárias. Simultaneamente a esse trabalho de empoderamento, foi iniciado um esforço de divulgação dessas ações.

Assim, está sendo confeccionado o portal comunitário do Alto Leme, que trará informações locais, históricas, turísticas da comunidade, serviços oferecidos, oportunidades de emprego, etc, agregando também mídias sociais, vídeos, imagens e ferramentas cidadãs de monitoramento, como o georreferenciamento, abaixo-assinados eletrônicos, Wiki Mapps, entre outros. Este site será alimentado por pessoas da própria comunidade, que serão capacitadas no uso das ferramentas em um curso promovido pelo CDI. Além disso, serão promovidas oficinas de comunicação comunitária, com jornal mural, rádio e panfletos.

O próximo passo será a articulação das comunidades para formalização de parcerias que possam promover melhorias efetivas na região, como saneamento básico, coleta de lixo, infraestrutura local, distribuição de energia elétrica, etc. Essa articulação será feita com ONGs, governos, empresas e quaisquer atores que possam influenciar e ajudar para que as ações sejam colocadas em prática.

O projeto já conta com apoio da AkzoNobel, fabricante no Brasil das tintas Coral, da Light e com a colaboração do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Este último promoveu atividades esportivas com a presença das atletas olímpicas Adriana Behar (vôlei de praia) e Renata Faustino (badminton), voltadas para as crianças das comunidades.

A AkzoNobel vai ceder tintas para a pintura das comunidades, no âmbito do projeto "Tudo de Cor para o Rio de Janeiro", e promoverá uma capacitação para formação de pintores, em parceria com o Senai – Serviço Nacional da Indústria. Os primeiros imóveis que serão pintados já foram definidos e as cores, escolhidas

Já a Light está desenvolvendo o programa de Eficiência Energética e Cidadania, que visa contribuir para a redução do consumo de energia elétrica nas comunidades de baixo poder aquisitivo, buscando a adequação da necessidade de consumo à capacidade de pagamento e a melhoria dos serviços prestados, com a troca da rede elétrica, dos postes, de geladeiras e de lâmpadas para equipamentos mais eficientes e modernos.

Além disso, o programa tem por objetivos reduzir o desperdício de energia nas residências, contribuindo para ampliar a consciência da sociedade sobre este tema; capacitar as famílias no combate ao desperdício, criando espaços de referência em gestão do consumo eficiente por meio das tecnologias da informação e comunicação e fomentar na sociedade o debate sobre ligações clandestinas, que uma prática ilegal, promovendo uma verdadeira mudança cultural.